O pós-operatório da cirurgia bariátrica representa um novo momento no que se refere à alimentação. São vários passos para que o paciente vá se adaptando, incluindo dietas líquida, pastosa até chegar a uma dieta com consistência normal. Todos os passos são explicados pelo Dr Leandro Avany Nunes neste vídeo.

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Fazer a cirurgia bariátrica é um procedimento com indicação médica e pode ser feita por pacientes em várias idades e hoje em dia cada vez mais jovens, devido à epidemia de obesidade. Neste vídeo o Dr Leandro Avany Nunes explica sobre o procedimento e quando é indicada a operação.

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O paciente com indica√ß√£o de cirurgia bari√°trica precisa passar por uma s√©rie de exames para estar pronto para o procedimento. Trata-se de mais uma etapa muito importante para que o paciente tenha o processo cir√ļrgico e p√≥s-operat√≥rio com toda a seguran√ßa.

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Os pacientes com condi√ß√Ķes cr√īnicas pr√©-existentes, obesidade, diabetes e hipertens√£o, apresentaram vers√Ķes mais graves da doen√ßa causada pelo novo Coronav√≠rus, a COVID-19. Isso significa dizer que a infec√ß√£o se desenvolveu rapidamente para a s√≠ndrome do desconforto respirat√≥rio agudo, insufici√™ncia respirat√≥ria aguda e outras complica√ß√Ķes. Neste v√≠deo o Dr Leandro Avany Nunes fala sobre os riscos para pacientes obesos e sobre cirurgia bari√°trica na Pandemia.

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Uma publica√ß√£o da Associa√ß√£o Brasileira para o Estudo da Obesidade e da S√≠ndrome Metab√≥lica (ABESO), traz um estudo feito pelo Institute for Healthcare Policy da Universidade de Michigan sobre o assunto. A pesquisa come√ßou antes da pandemia, e tinha o intuito de entender os h√°bitos de compras de alimentos, como preparavam as refei√ß√Ķes e, claro, o que efetivamente entrava no card√°pio semanal, de 2.048 adultos entre 50 e 80 anos de idade de diversas regi√Ķes dos Estados Unidos da Am√©rica. Os pesquisadores conclu√≠ram durante a pandemia que seria interessante comparar dados e realizaram a pesquisa novamente durante a quarentena.

‚ÄúAs medidas para conter a transmiss√£o do novo coronav√≠rus impactaram e, com certeza, continuar√£o impactando a forma, inclusive, como as pessoas compram alimentos. E, pelo visto, as pessoas precisar√£o de algum suporte ou acompanhamento para continuarem tendo h√°bitos saud√°veis. Muitos dos bons h√°bitos talvez tenham se perdido nesse per√≠odo‚ÄĚ, explica a especialista em pol√≠ticas p√ļblicas na √°rea da sa√ļde e integrante do time que realizou essa pesquisa, Julia Wolfson.

O resultado? Antes a maioria das pessoas acima de 50 anos costumava cozinhar suas refei√ß√Ķes, metade deles colocava suas habilidades culin√°rias em a√ß√£o na hora do jantar seis ou sete vezes por semana e apenas 5% tinham o h√°bito de usar apps para pedir comida. Com o confinamento por conta da Covid-19, as pessoas afirmaram que j√° n√£o se alimentam de maneira t√£o equilibrada. Um em cada quatro entrevistados disseram estar isolados sozinhos ou que, mesmo acompanhados em casa, t√™m feito as refei√ß√Ķes sem mais ningu√©m √† mesa. 11% relataram que est√£o pedindo para entregarem fast-food tr√™s vezes por semana ou mais, o que pode aumentar demais o risco de ganho de peso.

Metade dos entrevistados tinham o h√°bito de jantar fora uma vez por, com os restaurantes fechados, claro, isso n√£o foi mais poss√≠vel. Talvez em parte pela falta que sentem de sair para comer em algum lugar, muitos indiv√≠duos come√ßaram a pedir comida desses restaurantes que costumam ir, s√≥ que com uma frequ√™ncia duas ou tr√™s vezes maior. Por√©m essas pessoas n√£o conseguem pedir os mesmos pratos que comiam no restaurante. Isso porque alguns estabelecimentos, nesse per√≠odo, oferecem menos op√ß√Ķes. ‚ÄúE, infelizmente, as vers√Ķes reduzidas de card√°pio muitas vezes privilegiam prepara√ß√Ķes mais r√°pidas, mais cal√≥ricas e menos equilibradas‚ÄĚ, informa Julia Wolfson.

Mesmo o estudo sendo aplicado nos EUA, é interessante tentar aplicar a realidade brasileira. Como será que os idosos brasileiros estão se alimentando durante o isolamento?

E como ser√° depois?

Os pesquisadores de Michigan apontam que, mesmo que os n√ļmeros da pandemia diminuam, ainda passaremos por um longo per√≠odo em que a popula√ß√£o mais velha ter√° de ficar mais isolada e tomando cuidando redobrado para n√£o pegar a covid-19. Por isso, entre julho e agosto, devem ser feitas novas entrevistas com os participantes para ver se, ao menos no que diz respeito √† alimenta√ß√£o, alguma coisa dar√° sinais de voltar a ser como antes.

Quer saber mais do estudo? http://www.healthyagingpoll.org

As informa√ß√Ķes foram retiradas do link:¬†https://abeso.org.br/como-a-pandemia-esta-afetando-a-alimentacao-dos-mais-velhos/

Fonte: Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) e Institute for Healthcare Policy da Universidade de Michigan

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Voc√™ sabia? Nossos antepassados passaram por uma evolu√ß√£o para fazer uma comida saborosa, segura, de f√°cil digest√£o e saud√°vel. Produziram, moeram, ensoparam, filtraram, coaram, coalharam, fermentaram e cozinharam plantas e animais que existiam na natureza. Fizeram as frutas ficarem mais doces e os legumes menos amargos. Foi depois da descoberta do fogo, com o cozimento dos alimentos que o c√©rebro dos seres humanos aumentou de tamanho. Com o tempo aprenderam a construir celeiros, desidratar suas carnes e frutas, salgar e defumar seus peixes, coalhar e fermentar seus produtos l√°cteos, atrav√©s de conservantes como a√ß√ļcar, sal, vinagre e desinfetantes como hipoclorito de cloro para fazer alimentos comest√≠veis.

Com o avanço das tecnologias os seres humanos desenvolveram técnicas para conservar e processar os alimentos. Nos dias atuais é possível escolher quando se vai comer um alimento processado, ultraprocessado ou em natura. A dica é levar um dieta balanceada. Quer saber mais? Assista ao vídeo da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (Sban) abaixo:

 


Nesta entrevista ao programa Pergunte ao Doutor, o Médico Diretor da Clínica Mova, Dr Leandro Avany Nunes, fala sobre cirurgia bariátrica, tratamento da obesidade e o trabalho que a clínica realiza. Também fala do trabalho do grupo interdisciplinar e demais procedimentos que a Mova.

Confira no link a entrevista completa.

https://youtu.be/aencDkQbUTk


Dr Leandro Avany Nunes fala ao apresentador mano Dal Ponte sobre obesidade e seu tratamento. Caracter√≠sticas desta doen√ßa que atinge milh√Ķes de pessoas no Brasil e no Mundo.

Confere a íntegra no vídeo https://www.youtube.com/watch?v=zOulm_Pvy6c


A Cl√≠nica Mova promove nesta quarta-feira, dia 3 de junho, mais uma live do grupo interdisciplinar de cirurgia bari√°trica. O bate papo com a nutricionista Michele Biff e a psicanalista Ana Paula Gramacho ter√° como tema ‚ÄúO sucesso do p√≥s-operat√≥rio depende do seu pr√©-operat√≥rio‚ÄĚ.

A live terá início às 19h30, no Instagram da Clínica Mova: @clinicamova.


Ap√≥s o diagn√≥stico de doen√ßas que atacam a ves√≠cula biliar como a lit√≠ase, caracterizada pela forma√ß√£o de cristais de colesterol, c√°lcio ou ambos, no interior da ves√≠cula, a retirada cir√ļrgica do √≥rg√£o ainda gera muito receio por parte dos pacientes, principalmente pelo tempo de recupera√ß√£o e quanto ao surgimento de cicatrizes na regi√£o do abdome. Por√©m, os pacientes¬† j√° podem ser operados nesta regi√£o tamb√©m com a videocirurgia, tornando o procedimento mais seguro e menos doloroso.

De acordo com o cirurgi√£o Leandro Avany Nunes, a utiliza√ß√£o da t√©cnica de videocirurgia, tornou o procedimento ainda mais seguro e gerando apenas pequenas incis√Ķes de 0,5 cm. Al√©m disso, a dor operat√≥ria √© menor e o tempo de recupera√ß√£o tr√™s vezes mais r√°pido. ‚ÄúEntre 10 a 15 dias, no m√°ximo, o paciente pode retomar suas atividades normalmente‚ÄĚ, explica o Dr Leandro Nunes, diretor da Cl√≠nica Mova.

Além de doenças como a litíase, cálculos que podem obstruir o canal cístico, provocando forte contração da parede muscular, outras doenças também como a colecistite podem gerar fortes dores no paciente. A colecistite aguda é, geralmente, consequência da litíase. Quando o cálculo permanece no canal cístico, a bile não consegue passar, ficando represada e provocando a irritação da parede da vesícula. O ambiente fica propício ao crescimento de bactérias, desencadeando uma infecção no local. A colecistite sem presença de cálculos é denominada colecistite aguda alitiásica.

Embora de baixa incid√™ncia, a ves√≠cula biliar tamb√©m est√° sujeita √† ocorr√™ncia de c√Ęncer. A maioria relacionada √† presen√ßa de c√°lculos biliares, existentes h√° anos no organismo do paciente.

O que é e como funciona

A ves√≠cula ou bexiga biliar √© uma esp√©cie de reservat√≥rio da bile (fluido produzido pelo f√≠gado e que atua na digest√£o, especialmente de gorduras). Sua estrutura alongada, em formato de p√™ra, fica situada na face inferior do f√≠gado (do lado direito). Formada por parede muscular e mucosa, a ves√≠cula biliar √© respons√°vel por receber a bile, absorvendo parte da √°gua dela e enviando a subst√Ęncia concentrada para o intestino delgado, onde ajudar√° no processo de digest√£o. A bile passa por canais como os ductos hep√°tico e c√≠stico, neste trajeto at√© o intestino.

A produ√ß√£o da bile no f√≠gado √© constante, sendo os canais biliares respons√°veis por acumular a subst√Ęncia nos intervalos das refei√ß√Ķes. Uma estrutura muscular denominada de esf√≠ncter de Oddi regula o envio da bile para a ves√≠cula biliar e para o intestino. Quando o organismo n√£o est√° recebendo alimenta√ß√£o, o esf√≠ncter fica fechado, contribuindo para que haja press√£o dentro dos canais biliares e para que a bile seja levada at√© a ves√≠cula biliar, ficando ali armazenada. Ap√≥s as refei√ß√Ķes, com a chegada do alimento ao duodeno, o esf√≠ncter de Oddi se abre, a ves√≠cula se contrai e¬†provoca a perda de bile no intestino.

 

 


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