A reunião da equipe multidisciplinar desta quinta-feira, dia 21, foi comandada pelo fisioterapeuta da Clínica Mova, Ullian Bauer  Munari.  O profissional falou aos pacientes pré e pós-operados da cirurgia bariátrica sobre o treino funcional, que trabalha de forma  generalizada  com movimentos multiarticulares que estimulam todos os grupos musculares.

De acordo com Munari, o treino funcional passou a ser praticado por um p√ļblico que procura atividades mais din√Ęmicas, ¬†personalizadas ¬†e com uma durabilidade menor. Muitos movimentos realizados no treinamento funcional s√£o executados atrav√©s de ¬†atividades do dia a ¬†dia e com o peso do pr√≥prio corpo, como: sentar, agachar, levantar, girar, pular e correr.

O fisioterapeuta apresentou o circuito de exercícios do treinamento funcional oferecido pela Clínica Mova. As atividades são  realizadas  em cima de bases instáveis, como: colchão, bolas, cordas e pesos. Todas estas atividades desenvolvem a coordenação  motora, a r  resistência, a força, o equilíbrio, a agilidade, e, consequentemente, a funcionalidade.

A paciente operada h√° dois meses, Zenaide Bittencourt, √© adepta ao treinamento funcional. De acordo com a moradora de I√ßara, que, ¬†at√© ¬†o momento, perdeu 21 quilos, o desempenho nos exerc√≠cios f√≠sicos evolu√≠ram consideravelmente. ‚ÄúCom a perda destes quilos j√° ¬†me sinto ¬†muito melhor. Para fazer os exerc√≠cios j√° n√£o sinto dores pelo corpo como no tornozelo, por exemplo. √Č uma mudan√ßa r ¬†radical‚ÄĚ, frisa. ¬†Zenaide pesava 127 quilos e a meta √© chegar aos 70 quilos.

A Clínica Mova oferece reabilitação e treinamento funcional desde 2013. Os treinos têm duração de 30 minutos, sendo que a  modalidade não possui restrição de idade. Além do fisioterapeuta, participaram da reunião dessa quinta-feira o Dr. Leandro Avany Nunes; a nutricionista, Michele Biff; e a psicóloga, Ana Paula Gramacho.


O suor excessivo pode ser um transtorno para a vida social, atrapalhando o dia-a-dia e inclusive nos colocando em situa√ß√Ķes constrangedoras. O que talvez muita gente desconhe√ßa √© que existe um tratamento eficaz e seguro para resolver esse problema, que tem o nome de hiperidrose.

O tratamento pode ser cl√≠nico ou cir√ļrgico, sendo que esta possibilidade deve ser avaliada com o m√©dico. Chamado simpatectomia, o procedimento pode ser realizado na regi√£o tor√°xica ou lombar. Em alguns casos, o tratamento tamb√©m √© feito para pacientes com rubor facial, ligado ao mau funcionamento do nervo simp√°tico.

Origem

A doen√ßa costuma ser desencadeada por raz√Ķes emocionais, relacionadas ao estresse, ¬†levando o paciente a suar at√© cinco vezes mais do que o ¬†normal. O problema pode ser ¬† ¬†identificado atrav√©s da observa√ß√£o dos sintomas relacionados √† sudorese em √°reas ¬†localizadas como rosto, pesco√ßo, ¬†couro cabeludo, axilas, m√£os, n√°degas, virilhas e p√©s. Sua ¬†apari√ß√£o ocorre em momentos alternados, v√°rias vezes ao dia, independente da ¬†temperatura ambiente.

Por√©m, h√° casos heredit√°rios, como o de Daniela Fid√©lis, que optou pelo tratamento ap√≥s o ¬†nascimento de sua filha, ao perceber que ela tamb√©m ¬†nascera com hiperidrose. A secret√°ria conviveu com a situa√ß√£o muitos anos, tendo dificuldades para realizar atividades relacionadas ao contato ¬†manual. ‚ÄúHoje eu vivo uma nova realidade‚ÄĚ, garante Daniela.


Embora seja um diagn√≥stico comum, a retirada cir√ļrgica da ves√≠cula biliar gera muito receio por parte dos pacientes,¬†principalmente devido ao tempo de recupera√ß√£o e quanto ao surgimento de cicatrizes na regi√£o do abdome. Por√©m, com a utiliza√ß√£o da t√©cnica de videocirurgia, esse procedimento tornou-se ainda mais seguro, gerando apenas pequenas incis√Ķes de 0,5 cm, al√©m de dor operat√≥ria menor e tempo de recupera√ß√£o tr√™s vezes mais r√°pido. ‚ÄúEntre 10 a 15 dias, no m√°ximo, o paciente pode retomar suas atividades normalmente‚ÄĚ, explica o doutor Leandro Avany Nunes, especialista no procedimento.

O que é e como funciona

A ves√≠cula ou bexiga biliar √© uma esp√©cie de reservat√≥rio da bile (fluido produzido pelo f√≠gado e que atua na digest√£o, especialmente de gorduras). Sua estrutura alongada, em formato de p√™ra, fica situada na face inferior do f√≠gado (do lado direito). Formada por parede muscular e mucosa, a ves√≠cula biliar √© respons√°vel por receber a bile, absorvendo parte da √°gua dela e enviando a subst√Ęncia concentrada para o intestino delgado, onde ajudar√° no processo de digest√£o. A bile passa por canais como os ductos hep√°tico e c√≠stico, neste trajeto at√© o intestino.

A produ√ß√£o da bile no f√≠gado √© constante, sendo os canais biliares respons√°veis por acumular a subst√Ęncia nos intervalos das refei√ß√Ķes. Uma estrutura muscular denominada de esf√≠ncter de Oddi regula o envio da bile para a ves√≠cula biliar e para o intestino. Quando o organismo n√£o est√° recebendo alimenta√ß√£o, o esf√≠ncter fica fechado, contribuindo para que haja press√£o dentro dos canais biliares e para que a bile seja levada at√© a ves√≠cula biliar, ficando ali armazenada. Ap√≥s as refei√ß√Ķes, com a chegada do alimento ao duodeno, o esf√≠ncter de Oddi se abre, a ves√≠cula se contrai e esguicha bile para o intestino.

Saiba mais sobre a vesícula biliar

O que √©: √ďrg√£o presente no organis-mo humano. Em forma de p√™ra, armazena at√© 50 ml de bile, subst√Ęncia utilizada no sistema digestivo, n√£o sendo respons√°vel por sua produ√ß√£o. Mede entre 7 a 10 cm e tem uma apar√™ncia verde-escuro devido ao seu conte√ļdo (bile), n√£o ao seu tecido. √Č conectada ao f√≠gado e ao duodeno atrav√©s do trato biliar.

Doenças

A ves√≠cula biliar pode ser acometida de algumas doen√ßas. A maior ocorr√™ncia √© de lit√≠ase, mais conhecida como c√°lculos ou pedras, caracterizada pela forma√ß√£o de cristais de colesterol, c√°lcio, ou ambos, no interior da ves√≠cula. Estes c√°lculos podem obstruir o canal c√≠stico, provocando forte contra√ß√£o da parede muscular. Como resultado, o sintoma √© a c√≥lica biliar, permanecendo enquanto houver a obstru√ß√£o. Essa forma√ß√£o acontece de forma lenta e progressiva, aumentando em tamanho e n√ļmero.

A colecistite aguda é, geralmente, consequência da litíase. Quando o cálculo permanece no canal cístico, a bile não consegue passar, ficando represada e provocando a irritação da parede da vesícula. O ambiente fica propício ao crescimento de bactérias, desencadeando uma infecção no local. A colecistite sem presença de cálculos é denominada colecistite aguda alitiásica.

Embora de baixa incid√™ncia, a ves√≠cula biliar tamb√©m est√° sujeita √† ocorr√™ncia de c√Ęncer. A maioria relacionada √† presen√ßa de c√°lculos biliares, existentes h√° anos no organismo do paciente.


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