Pautados pelo tema, “Fome e vontade de comer”, a reuni√£o multidisciplinar da clinica mova, levantou uma das quest√Ķes mais pertinentes da cirurgia bari√°trica. o evento aconteceu na tarde da √ļltima quinta-feira (20), e contou com a participa√ß√£o de dezenas de pacientes pr√© e p√≥s operados, al√©m da presen√ßa do cirurgi√£o Leandro Avany Nunes, a psicanalista, Ana Paula Gramacho e a nutricionista, Michele Biff.

Questionados sobre fome, os participantes citaram alimentos nada saud√°veis como: pizza, cachorro-quente, coca-cola, cerveja, entre outros. “Ser√° que isso √© mesmo fome? ou vontade de comer? Quando falamos em fome √© uma necessidade fisiol√≥gica, o nosso organismo precisa. a cirurgia vai interferir na saciedade de voc√™s, mas ela n√£o interfere no mecanismo emocional”, explica a nutricionista Michele Biff.

Para o cirurgi√£o, chegar ao sucesso n√£o existe m√°gica e sim uma regra b√°sica de mudan√ßa de h√°bitos alimentares. “N√£o tem como perder 50kg comendo. O paciente tem que estar consciente e mudar seus h√°bitos. Muitos perguntam, eu nunca mais vou poder comer normalmente? Vai, com um ano de cirurgia voc√™ j√° vai comer, por√©m, de forma saud√°vel”, revela Nunes.

Segundo a psicanalista, o sucesso da cirurgia se deve tamb√©m a uma tarefa de acompanhamento e muito esfor√ßo. ‘√Č um h√°bito de constru√ß√£o. temos que desconstruir para recome√ßar e isso leva um tempo. ‚ÄúObservamos que todas as melhoras dos pacientes j√° √© um estimulo para a mudan√ßa e √© assim que deve acontecer‚ÄĚ, complementa Gramacho.


Por isso, a equipe alerta para a import√Ęncia do acompanhamento. “Quando trabalhamos o antes e o depois com os pacientes tamb√©m √© para isso, lidar com essa vontade de comer. diferenciar o que √© fome e satisfa√ß√£o, isso vai interferir diretamente no resultado da cirurgia”, pontua biff.


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