A obesidade no Brasil √© um problema que cresce em uma velocidade assustadora, j√° sendo considerado um problema de sa√ļde p√ļblica. De 2006 at√© 2011, o percentual de pessoas acima do peso subiu de 42,7% para 48,5% e o percentual de obesos de 11,4% para 15,8%.

Assim, para casos em que dietas e tratamentos n√£o mais funcionam, a op√ß√£o cl√≠nica ou cir√ļrgica deve ser considerada. A coloca√ß√£o do Bal√£o Intrag√°strico √© uma das formas mais utilizadas para redu√ß√£o de peso.

Esta op√ß√£o de tratamento √© ideal para pessoas que estejam com IMC entre 30 e 39 ou para pr√©-operat√≥rio em casos de obesidade m√≥rbida, acima de 50, como forma de reduzir os riscos cir√ļrgicos.

Como funciona

Atrav√©s de endoscopia, √© realizado o implante de pr√≥tese de silicone, reduzindo a capacidade g√°strica em 50%. O bal√£o √© inserido no est√īmago e preenchido com 500 ml do l√≠quido azul metileno. Em caso de vazamento ou rompimento, o l√≠quido √© expelido pela urina. O paciente fica com o bal√£o por um per√≠odo m√©dio de seis meses, perdendo entre 15 e 20 quilos.

Contraindica√ß√Ķes
РTer feito cirurgia prévia do trato digestivo
РQualquer indicação contra endoscopia
– Doen√ßa p√©ptica em atividade (gastrite, √ļlcera)

Importante: Todo procedimento de perda de peso, cl√≠nico ou cir√ļrgico, dever√° ser
indicado por profissional qualificado.


O que é

Hérnia é a protrusão (saliência ou abaulamento) de uma víscera ou órgão através de um buraco (abertura) na parede abdominal. Hérnia inguinal é quando ela (a hérnia) ocorre na região da virilha. A doença pode se manifestar em qualquer idade, embora seja mais comum em recém-nascidos (devido a um defeito congênito) ou em idosos, devido ao enfraquecimento dos ossos.

Atingindo cerca de 15% da popula√ß√£o, a doen√ßa √© mais comum em homens do que em mulheres, e as chances de adquirir podem aumentar ainda mais em trabalhadores bra√ßais ou em pacientes que apresentarem constipa√ß√£o intestinal cr√īnica, obesidade, tabagismo, doen√ßa da pr√≥stata ou pulm√£o, cora√ß√£o e f√≠gado.

Sintomas

Normalmente, quem possui hérnia inguinal é capaz de observar a saliência ou abaulamento na região da virilha, em um ou nos dois lados. A saliência fica mais evidente quando a pessoa tosse, levanta peso ou faz força. Também pode causar desconforto ou dor fraca.

A complicação mais temida é o estrangulamento, quando o intestino fica preso dentro da hérnia, podendo sofrer até gangrena, senão tratada com urgência.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico da hérnia inguinal pode ser obtido através de um exame físico na região da virilha ou através de uma ecografia. A videocirurgia é hoje um dos recursos mais utilizados para o tratamento, devido aos benefícios diretos para o paciente e por ser menos invasiva. Para o pós-operatório, são indicadas dieta nutricional e prescrição medicamentosa. Dicas de não ficar muito tempo deitado ou sentado, andar várias vezes ao dia e retomar lentamente o ritmo de vida, também devem ser observadas.


A repeti√ß√£o dos sintomas pode causar a chamada Esofagite de Refluxo, quando o revestimento interno do es√īfago √© mais sens√≠vel ao √°cido clor√≠drico que o revestimento do est√īmago.

Causas Normalmente, o √°cido clor√≠drico pode voltar do est√īmago para o es√īfago e n√£o emitir sintomas no organismo. O controle desse processo √© feito pelo esf√≠ncter inferior do es√īfago, tamb√©m chamado de anel. No entanto, anomalias neste anel podem causar o que se chama de Doen√ßa do Refluxo Gastroesof√°gico (DRGE).

Vantagens da CirurgiaРRecuperação rápida, com internação média de 1 dia. РAté 95% de cura definitiva РPouca dor no pós-operatório РProcedimento minimamente invasivo


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O suor excessivo pode ser um transtorno para a vida social, atrapalhando o dia-a-dia e inclusive nos colocando em situa√ß√Ķes constrangedoras. O que talvez muita gente desconhe√ßa √© que existe um tratamento eficaz e seguro para resolver esse problema, que tem o nome de hiperidrose.

O tratamento pode ser cl√≠nico ou cir√ļrgico, sendo que esta possibilidade deve ser avaliada com o m√©dico. Chamado simpatectomia, o procedimento pode ser realizado na regi√£o tor√°xica ou lombar. Em alguns casos, o tratamento tamb√©m √© feito para pacientes com rubor facial, ligado ao mau funcionamento do nervo simp√°tico.

Origem

A doen√ßa costuma ser desencadeada por raz√Ķes emocionais, relacionadas ao estresse, levando o paciente a suar at√© cinco vezes mais do que o normal. O problema pode ser identificado atrav√©s da observa√ß√£o dos sintomas relacionados √† sudorese em √°reas localizadas como rosto, pesco√ßo, couro cabeludo, axilas, m√£os, n√°degas, virilhas e p√©s. Sua apari√ß√£o ocorre em momentos alternados, v√°rias vezes ao dia, independente da temperatura ambiente.

Por√©m, h√° casos heredit√°rios, como o de Daniela Fid√©lis, que optou pelo tratamento ap√≥s o nascimento de sua filha, ao perceber que ela tamb√©m nascera com hiperidrose. A secret√°ria conviveu com a situa√ß√£o muitos anos, tendo dificuldades para realizar atividades relacionadas ao contato manual. ‚ÄúHoje eu vivo uma nova realidade‚ÄĚ, garante Daniela.


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Refluxo Gastroesof√°gico

Normalmente, o √°cido clor√≠drico pode voltar do est√īmago para o es√īfago e n√£o emitir sintomas no organismo. O controle desse processo √© feito pelo esf√≠ncter inferior do es√īfago, tamb√©m chamado de anel. No entanto, anomalias neste anel podem causar o que se chama de Doen√ßa do Refluxo Gastroesof√°gico (DRGE).

Ela causa o retorno de √°cido, causando sintomas como a azia, les√Ķes no es√īfago ou at√© ambos. Outra sensa√ß√£o apresentada pelos pacientes √© a regurgita√ß√£o √°cida, geralmente depois da alimenta√ß√£o √† noite.

Sintomas como m√° digest√£o, sensa√ß√£o de plenitude ap√≥s as refei√ß√Ķes, eructa√ß√Ķes frequentes (arrotos), regurgita√ß√Ķes (volta de l√≠quido ou alimento ingerido) e at√© mesmo dor em regi√£o epig√°strica (est√īmago) ou retroesternal, sentida atr√°s do osso do peito, s√£o sinais que tamb√©m podem estar relacionados a esta doen√ßa.

Uma consequ√™ncia da repeti√ß√£o desses sintomas √© a chamada Esofagite de Refluxo, quando o revestimento interno do es√īfago √© mais sens√≠vel ao √°cido clor√≠drico que o revestimento do est√īmago.

Exames indicam diagnóstico para a DRGE

Pacientes com os sintomas apre-sentados na introdu√ß√£o desse informe devem¬† procurar orienta√ß√£o m√©dica. A investiga√ß√£o passa pela realiza√ß√£o de exames espec√≠ficos que podem ser realizados no Centro Criciumense de Endoscopia Digestiva. O mais utiliza-do √© a Endoscopia Digestiva Alta, que permite a visualiza√ß√£o das les√Ķes no es√īfago e a realiza√ß√£o de bi√≥psias.
Em alguns casos, pode ser necess√°rio recorrer a outros exames como PH-METRIA, manometria ou Raio-X contrastado do es√īfago para complementar o diagn√≥stico. Segundo¬† o m√©dico Leandro Avany Nunes, ‚Äúo exame de Ph-metria possui a maior precis√£o nos casos de refluxo at√≠pico. Estes pacientes apresentam sintomas como tosse, asma e pigarro.‚ÄĚ,¬† afirma.

Cirurgia como tratamento definitivo contra azia

Cometer excessos na alimenta√ß√£o e sofrer com aquela sensa√ß√£o de queima√ß√£o no est√īmago e es√īfago pode ser considerado normal na maioria dos casos. Mas quando a queima√ß√£o, ard√™ncia e desconforto se tornam rotina no seu dia-a-dia √© preciso investigar as causas e buscar tratamentos.

Para muitas pessoas, a mudan√ßa de h√°bitos alimentares pode ser satisfat√≥ria. No entanto, em outros casos, esse √© um sintoma da doen√ßa do refluxo gastroesof√°gico, que se mani-festa no es√īfago, quando o alimento volta do est√īmago para esse. ‚ÄúO fluxo normal da digest√£o √© boca-es√īfago-est√īmago. Quando o alimento faz o caminho de volta, √© chamado refluxo‚ÄĚ, observa o cirurgi√£o Leandro Avany Nunes, do Centro Criciumense de Endoscopia Digestiva.

Atualmente, uma das formas de tratamento (quando não há sucesso no tratamento com medicamentos) é a cirurgia. Essa possibilidade deve ser avaliada para a correção da doença, ou seja, a colocação de uma válvula anti-refluxo, realizada por vídeola-paroscopia. O cirurgião Leandro Nu-nes comenta que o procedimento de refluxo é uma rotina.

‚ÄúA cirurgia √© indicada ainda para pacientes que apresentam a H√©rnia de Hiato. Trata-se de uma ‚Äúfrouxid√£o‚ÄĚ da musculatura do diafragma, que permite que parte do est√īmago suba em dire√ß√£o ao mediastino (t√≥-rax). Esse quadro intensifica o reflu-xo e¬† tamb√©m tem a indica√ß√£o da ci-rurgia por v√≠deolaparoscopia, asso-ciada √† realiza√ß√£o da v√°lvula anti-refluxo.


Embora seja um diagn√≥stico comum, a retirada cir√ļrgica da ves√≠cula biliar gera muito receio por parte dos pacientes, principalmente devido ao tempo de recupera√ß√£o e quanto ao surgimento de cicatrizes na regi√£o do abdome. Por√©m, com a utiliza√ß√£o da t√©cnica de videocirurgia, esse procedimento tornou-se ainda mais seguro, gerando apenas pequenas incis√Ķes de 0,5 cm, al√©m de dor operat√≥ria menor e tempo de recupera√ß√£o tr√™s vezes mais r√°pido. ‚ÄúEntre 10 a 15 dias, no m√°ximo, o paciente pode retomar suas atividades normalmente‚ÄĚ, explica o doutor Leandro Avany Nunes, especialista no procedimento.

O que é e como funciona

A ves√≠cula ou bexiga biliar √© uma esp√©cie de reservat√≥rio da bile (fluido produzido pelo f√≠gado e que atua na digest√£o, especialmente de gorduras). Sua estrutura alongada, em formato de p√™ra, fica situada na face inferior do f√≠gado (do lado direito). Formada por parede muscular e mucosa, a ves√≠cula biliar √© respons√°vel por receber a bile, absorvendo parte da √°gua dela e enviando a subst√Ęncia concentrada para o intestino delgado, onde ajudar√° no processo de digest√£o. A bile passa por canais como os ductos hep√°tico e c√≠stico, neste trajeto at√© o intestino.

A produ√ß√£o da bile no f√≠gado √© constante, sendo os canais biliares respons√°veis por acumular a subst√Ęncia nos intervalos das refei√ß√Ķes. Uma estrutura muscular denominada de esf√≠ncter de Oddi regula o envio da bile para a ves√≠cula biliar e para o intestino. Quando o organismo n√£o est√° recebendo alimenta√ß√£o, o esf√≠ncter fica fechado, contribuindo para que haja press√£o dentro dos canais biliares e para que a bile seja levada at√© a ves√≠cula biliar, ficando ali armazenada. Ap√≥s as refei√ß√Ķes, com a chegada do alimento ao duodeno, o esf√≠ncter de Oddi se abre, a ves√≠cula se contrai e esguicha bile para o intestino.

Saiba mais sobre a vesícula biliar

O que √©: √ďrg√£o presente no organis-mo humano. Em forma de p√™ra, armazena at√© 50 ml de bile, subst√Ęncia utilizada no sistema digestivo, n√£o sendo respons√°vel por sua produ√ß√£o. Mede entre 7 a 10 cm e tem uma apar√™ncia verde-escuro devido ao seu conte√ļdo (bile), n√£o ao seu tecido. √Č conectada ao f√≠gado e ao duodeno atrav√©s do trato biliar.

Doenças

A ves√≠cula biliar pode ser acometida de algumas doen√ßas. A maior ocorr√™ncia √© de lit√≠ase, mais conhecida como c√°lculos ou pedras, caracterizada pela forma√ß√£o de cristais de colesterol, c√°lcio, ou ambos, no interior da ves√≠cula. Estes c√°lculos podem obstruir o canal c√≠stico, provocando forte contra√ß√£o da parede muscular. Como resultado, o sintoma √© a c√≥lica biliar, permanecendo enquanto houver a obstru√ß√£o. Essa forma√ß√£o acontece de forma lenta e progressiva, aumentando em tamanho e n√ļmero.

A colecistite aguda é, geralmente, consequência da litíase. Quando o cálculo permanece no canal cístico, a bile não consegue passar, ficando represada e provocando a irritação da parede da vesícula. O ambiente fica propício ao crescimento de bactérias, desencadeando uma infecção no local. A colecistite sem presença de cálculos é denominada colecistite aguda alitiásica.

Embora de baixa incid√™ncia, a ves√≠cula biliar tamb√©m est√° sujeita √† ocorr√™ncia de c√Ęncer. A maioria relacionada √† presen√ßa de c√°lculos biliares, existentes h√° anos no organismo do paciente.


Foi esse o sentimento da doceira Sonete de Souza Rosa , ap√≥s realizar a cirurgia bari√°trica para redu√ß√£o de peso. A op√ß√£o pela cirurgia surgiu quando Sonete come√ßou a encontrar dificuldades em caminhar e realizar as mais simples tarefas cotidianas. ‚ÄúEu tinha medo, pois √© uma cirurgia complicada aparentemente. Por√©m, eu estava em um est√°gio avan√ßado de obesidade e sem √Ęnimo para nada‚ÄĚ, lembra.

O especialista em tratamentos para a obesidade, Dr. Leandro Avany Nunes, explica que a tecnologia tem ajudado muito os pacientes que optam pela cirurgia. ‚ÄúHoje, existem possibilidades como a videocirurgia, muito segura e sem cortes, um dos principais medos dos pacientes‚ÄĚ.

Assim como no caso de Sonete, o fundamental é buscar acompanhamento profissional. Antes de ir para a operação, é preciso realizar exames pré-operatórios, além de consultas com psicólogos e nutricionistas.

Pós-operatório

Para Sonete, este foi um dos per√≠odos mais dif√≠ceis. ‚ÄúOs primeiros 20 dias s√£o os mais complicados, pois, s√≥ √© permitido ingerir l√≠quidos. √Č nessa hora que o acompanhamento psicol√≥gico ajuda‚ÄĚ, comenta. Com peso superior a 100 kg, a paciente j√° perdeu mais de 20 durante os primeiros seis meses e espera perder ainda mais. ‚ÄúEstou com 79 e pretendo emagrecer mais 10kg. √Č dif√≠cil, mas depois a recompensa √© muito grande.‚ÄĚ, comemora.


Tratamentos eliminam obesidade, propiciando maior bem-estar ao paciente.

A obesidade √© um dos grandes desafios a ser vencido na busca por uma melhor qualidade de vida para a popula√ß√£o. J√° considerada como epidemia, essa doen√ßa atinge cada vez mais pessoas, sejam adultos, adolescentes ou crian√ßas. Atrav√©s de t√©cnicas cir√ļrgicas de √ļltima gera√ß√£o, a medicina tem disponibilizado alternativas eficazes para proporcionar aos pacientes condi√ß√Ķes de alcan√ßar suas metas profissionais e pessoais, com sa√ļde e bem-estar.

Cirurgia como opção de tratamento

A recomenda√ß√£o de tratamentos cir√ļrgicos √© v√°lida quando dietas, medica√ß√Ķes e outros tratamentos j√° n√£o funcionam. Antes de qualquer decis√£o, por√©m, √© importante consultar um especialista para avaliar qual a melhor op√ß√£o e para realizar acompanhamento de todo o processo.

Tratamentos

A obesidade pode ser vencida, sim. Atualmente, a reunião de equipes multidisciplinares, com psicólogos, nutricionistas, profissionais de educação física e médicos tem ajudado pacientes obesos a adquirir uma nova realidade de vida.

A videocirurgia é uma das alternativas para pacientes diagnosticados com obesidade mórbida, representando menos risco durante a após o tratamento.


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