Ansiedade, mudan√ßas de humor… s√£o diversos fatores que fazem o paciente comer excessivamente. No v√≠deo, a psicanalista Ana Paula Gramacho, da Cl√≠nica Mova, fala sobre a import√Ęncia do processo p√≥s-operat√≥rio quanto √† reeduca√ß√£o alimentar e as rela√ß√Ķes ps√≠quicas. Assista!


A ansiedade é um dos fatores que resulta no ato de comer excessivamente. Sobre este assunto, a psicanalista Ana Paula Gramacho, da Clínica Mova, fala no vídeo de hoje. Acompanhe!


Os aspectos psicol√≥gicos no pr√© e p√≥s-operat√≥rio da cirurgia bari√°trica causam d√ļvidas em muitos pacientes. Neste v√≠deo, a psicanalista Ana Paula Gramacho, da Cl√≠nica Mova, explica a import√Ęncia desse acompanhamento durante o processo de emagrecimento.

Assista!


Quanto tempo de procedimento √© feita uma cirurgia bari√°trica? Essa √© uma das muitas d√ļvidas que os pacientes t√™m e que o Dr Leandro Avany apresenta neste v√≠deo. Tempo de procedimento e como o paciente ser√° acompanhado no p√≥s-operat√≥rio. Confira.

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A cirurgia bari√°trica √© um passo muito importante para quem busca perder peso e ganhar uma nova condi√ß√£o de sa√ļde e qualidade de vida. Ent√£o aten√ß√£o a essas orienta√ß√Ķes sobre o procedimento, com o Diretor Cl√≠nico M√©dico da Mova, Dr Leandro Avany Nunes. @leandroavany

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O pós-operatório da cirurgia bariátrica representa um novo momento no que se refere à alimentação. São vários passos para que o paciente vá se adaptando, incluindo dietas líquida, pastosa até chegar a uma dieta com consistência normal. Todos os passos são explicados pelo Dr Leandro Avany Nunes neste vídeo.

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Fazer a cirurgia bariátrica é um procedimento com indicação médica e pode ser feita por pacientes em várias idades e hoje em dia cada vez mais jovens, devido à epidemia de obesidade. Neste vídeo o Dr Leandro Avany Nunes explica sobre o procedimento e quando é indicada a operação.

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O paciente com indica√ß√£o de cirurgia bari√°trica precisa passar por uma s√©rie de exames para estar pronto para o procedimento. Trata-se de mais uma etapa muito importante para que o paciente tenha o processo cir√ļrgico e p√≥s-operat√≥rio com toda a seguran√ßa.

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Os pacientes com condi√ß√Ķes cr√īnicas pr√©-existentes, obesidade, diabetes e hipertens√£o, apresentaram vers√Ķes mais graves da doen√ßa causada pelo novo Coronav√≠rus, a COVID-19. Isso significa dizer que a infec√ß√£o se desenvolveu rapidamente para a s√≠ndrome do desconforto respirat√≥rio agudo, insufici√™ncia respirat√≥ria aguda e outras complica√ß√Ķes. Neste v√≠deo o Dr Leandro Avany Nunes fala sobre os riscos para pacientes obesos e sobre cirurgia bari√°trica na Pandemia.

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Uma publica√ß√£o da Associa√ß√£o Brasileira para o Estudo da Obesidade e da S√≠ndrome Metab√≥lica (ABESO), traz um estudo feito pelo Institute for Healthcare Policy da Universidade de Michigan sobre o assunto. A pesquisa come√ßou antes da pandemia, e tinha o intuito de entender os h√°bitos de compras de alimentos, como preparavam as refei√ß√Ķes e, claro, o que efetivamente entrava no card√°pio semanal, de 2.048 adultos entre 50 e 80 anos de idade de diversas regi√Ķes dos Estados Unidos da Am√©rica. Os pesquisadores conclu√≠ram durante a pandemia que seria interessante comparar dados e realizaram a pesquisa novamente durante a quarentena.

‚ÄúAs medidas para conter a transmiss√£o do novo coronav√≠rus impactaram e, com certeza, continuar√£o impactando a forma, inclusive, como as pessoas compram alimentos. E, pelo visto, as pessoas precisar√£o de algum suporte ou acompanhamento para continuarem tendo h√°bitos saud√°veis. Muitos dos bons h√°bitos talvez tenham se perdido nesse per√≠odo‚ÄĚ, explica a especialista em pol√≠ticas p√ļblicas na √°rea da sa√ļde e integrante do time que realizou essa pesquisa, Julia Wolfson.

O resultado? Antes a maioria das pessoas acima de 50 anos costumava cozinhar suas refei√ß√Ķes, metade deles colocava suas habilidades culin√°rias em a√ß√£o na hora do jantar seis ou sete vezes por semana e apenas 5% tinham o h√°bito de usar apps para pedir comida. Com o confinamento por conta da Covid-19, as pessoas afirmaram que j√° n√£o se alimentam de maneira t√£o equilibrada. Um em cada quatro entrevistados disseram estar isolados sozinhos ou que, mesmo acompanhados em casa, t√™m feito as refei√ß√Ķes sem mais ningu√©m √† mesa. 11% relataram que est√£o pedindo para entregarem fast-food tr√™s vezes por semana ou mais, o que pode aumentar demais o risco de ganho de peso.

Metade dos entrevistados tinham o h√°bito de jantar fora uma vez por, com os restaurantes fechados, claro, isso n√£o foi mais poss√≠vel. Talvez em parte pela falta que sentem de sair para comer em algum lugar, muitos indiv√≠duos come√ßaram a pedir comida desses restaurantes que costumam ir, s√≥ que com uma frequ√™ncia duas ou tr√™s vezes maior. Por√©m essas pessoas n√£o conseguem pedir os mesmos pratos que comiam no restaurante. Isso porque alguns estabelecimentos, nesse per√≠odo, oferecem menos op√ß√Ķes. ‚ÄúE, infelizmente, as vers√Ķes reduzidas de card√°pio muitas vezes privilegiam prepara√ß√Ķes mais r√°pidas, mais cal√≥ricas e menos equilibradas‚ÄĚ, informa Julia Wolfson.

Mesmo o estudo sendo aplicado nos EUA, é interessante tentar aplicar a realidade brasileira. Como será que os idosos brasileiros estão se alimentando durante o isolamento?

E como ser√° depois?

Os pesquisadores de Michigan apontam que, mesmo que os n√ļmeros da pandemia diminuam, ainda passaremos por um longo per√≠odo em que a popula√ß√£o mais velha ter√° de ficar mais isolada e tomando cuidando redobrado para n√£o pegar a covid-19. Por isso, entre julho e agosto, devem ser feitas novas entrevistas com os participantes para ver se, ao menos no que diz respeito √† alimenta√ß√£o, alguma coisa dar√° sinais de voltar a ser como antes.

Quer saber mais do estudo? http://www.healthyagingpoll.org

As informa√ß√Ķes foram retiradas do link:¬†https://abeso.org.br/como-a-pandemia-esta-afetando-a-alimentacao-dos-mais-velhos/

Fonte: Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) e Institute for Healthcare Policy da Universidade de Michigan

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