No √ļltimo¬†m√™s de fevereiro, no New England Journal of Medicine, resultados de cinco anos de um trial randomizado e controlado mostraram que cirurgia bari√°trica √© seis vezes melhor que o tratamento m√©dico intensivo para controlar o diabetes¬†mellitus¬†tipo 2. √Č isso mesmo. Seis vezes melhores as chances de sucesso ap√≥s cinco anos. Sem cirurgia, os resultados foram dramaticamente piores.

Este estudo, conhecido como estudo STAMPEDE, randomizou 150 pacientes com diabetes tipo 2 e excesso de peso para tratamento médico intensivo, cirurgia de sleeve ou cirurgia de bypass gástrico em Y de Roux. O status do peso desses pacientes cobriu uma larga extensão. Alguns tinham apenas um pequeno excesso de peso, com o IMC tão baixo quanto 27 kg/m2. Alguns tinham obesidade grave com IMC tão alto quanto 43 kg/m2.

Ap√≥s cinco anos, somente 5% dos pacientes com tratamento m√©dico intensivo tinham o seu diabetes sob controle com uma HbA1c abaixo de 6%. Entre os pacientes de bypass g√°strico, 29% tiveram o seu diabetes sob controle ap√≥s cinco anos. Para os pacientes de sleeve, o n√ļmero foi um pouco menor ‚Äď 23%. Mas esta diferen√ßa n√£o foi estatisticamente significativa. Ambas as cirurgias foram melhores que o tratamento medicamentoso intensivo.

Mesmo entre os pacientes com IMC mais baixo (27 ‚Äď 34 kg/m2), os pacientes cir√ļrgicos alcan√ßaram resultados significativamente melhores.

A cirurgia provou ser superior de outras formas tamb√©m. Com cirurgia, as pessoas mantiveram um peso mais saud√°vel, tomaram menos medicamentos e aproveitaram uma melhor qualidade de vida. Pessoas no grupo cir√ļrgico relataram menos dor e melhor sa√ļde geral que pessoas no grupo de tratamento medicamentoso. Anemia leve foi o √ļnico efeito adverso mais comum no grupo de pacientes cir√ļrgicos.

A evid√™ncia a favor da cirurgia em pessoas com excesso de peso e diabetes tipo 2 dificilmente poderia ser mais clara. Diabetes tipo 2 devasta o corpo e diminui a vida. E, entretanto, as pessoas que poderiam se beneficiar ainda hesitam. Uma raz√£o √© que a amea√ßa √© um pouquinho mais distante. As complica√ß√Ķes e sofrimentos que o diabetes ir√° causar s√£o eventos futuros e abstratos. Os custos e riscos da cirurgia s√£o imediatos e intimidantes.

Encaradas com um custo imediato para um benef√≠cio futuro, as pessoas precisam de uma garantia de que o neg√≥cio seja bom. Profissionais de sa√ļde poderiam ser a fonte dessa garantia. Mas numa pesquisa recente feita pela Medscape, endocrinologistas e m√©dicos de assist√™ncia prim√°ria falaram que eles recomendam cirurgia bari√°trica para apenas 12 ‚Äď 14% dos seus pacientes com obesidade. Alguns s√£o apenas lentos para serem alcan√ßados e recuperarem o tempo perdido. Outros n√£o querem ser incomodados com os fatos. Manter-se com profundos preconceitos e culpar o paciente √© mais f√°cil.

Clique aqui para acessar o estudo STAMPEDE, conduzido pelo cirurgião Phillip Schauer e outros investigadores dos Estados Unidos e publicado neste mês de fevereiro pela The New England Journal of Medicine.

*Portal Sa√ļde Metab√≥lica


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O n√ļmero de cirurgias bari√°tricas no Brasil aumentou 7,5% em 2016 em compara√ß√£o com o ano de 2015. Os dados s√£o da SBCBM ‚Äď Sociedade Brasileira de Cirurgia Bari√°trica e Metab√≥lica e apontam que no ano passado cerca de 100.512 pessoas fizeram a cirurgia.

O n√ļmero supera em cerca de 7 mil procedimentos as 93,5 mil cirurgias realizadas em 2015 e est√° em crescimento. Em 2012, foram feitas 72 mil cirurgias no Pa√≠s, em 2013, 80 mil procedimentos e em 2014, cerca de 88 mil. O Brasil √© considerado o segundo pa√≠s do mundo em n√ļmero de cirurgias realizadas e as mulheres representam 76% dos pacientes.

Para o Presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bari√°trica e Metab√≥lica, Caetano Marchesini, o aumento no n√ļmero de procedimentos pode estar relacionado ao crescimento da obesidade no Brasil e tamb√©m com as novas regras do CFM ‚Äď Conselho Federal de Medicina para realiza√ß√£o de cirurgia bari√°trica. O Conselho ampliou de 6 para 21 o n√ļmero de doen√ßas associadas √† obesidade que podem levar a indica√ß√£o da cirurgia bari√°trica.

‚ÄúA obesidade j√° √© tratada como o mal do s√©culo por m√©dicos e especialistas no mundo todo e a cirurgia bari√°trica contribui para o controle ou remiss√£o de diversas doen√ßas associadas √† obesidade como, por exemplo, a hipertens√£o, problemas nas articula√ß√Ķes, coluna e diabetes tipo 2‚ÄĚ, enfatiza Marchesini.

Ele explica que a cirurgia bari√°trica apresenta √≠ndices superiores a 90% de melhora em quadros de diabetes, asma, incontin√™ncia urin√°ria, hipertens√£o, doen√ßas do refluxo g√°strico e a apneia do sono. ‚ÄúIsso faz com que a busca por este tratamento aumente cada vez mais, al√©m disso, a realiza√ß√£o da cirurgia bari√°trica por videolaparoscopia tornou o procedimento mais seguro ao paciente‚ÄĚ, salienta Marchesini.

Fatores e causas –¬†A obesidade √© considerada uma doen√ßa cr√īnica caracterizada pelo excesso de gordura no organismo com despropor√ß√£o na distribui√ß√£o da gordura pelo corpo. O sobrepeso √© estabelecido quando o IMC ‚Äď √≠ndice de massa corporal, rela√ß√£o entre peso e altura, √© de 25 at√© 29,9. A partir de 30 de IMC a pessoa √© considerada obesa. O IMC √© calculado dividindo o peso pela altura elevada ao quadrado.
A obesidade tem causa multifatorial, envolvendo quest√Ķes biol√≥gicas, econ√īmicas, sociais, pol√≠ticas e culturais. Mas a principal causa costuma ser o desequil√≠brio entre o consumo de alimentos e o gasto de calorias.

Sobre a SBCBM –¬†Sociedade Brasileira de Cirurgia Bari√°trica e Metab√≥lica ‚Äď Foi fundada em 1996, devido ao crescimento e import√Ęncia da especialidade na √°rea m√©dica. A entidade possui atualmente cerca de 1,7 mil s√≥cios entre cirurgi√Ķes e profissionais de especialidades associadas (endocrinologista, cardiologista, educadores f√≠sicos, cirurgi√Ķes pl√°sticos, fisioterapia, enfermagem, odontologia, fonoaudiologia, nutricionista, nutr√≥logo, psiquiatra e psic√≥logo) com representantes no Pa√≠s por meio de cap√≠tulos ou delegacias.

Cirurgia Bari√°trica no Brasil –¬†A SBCBM segue as diretrizes do Minist√©rio da Sa√ļde e do Conselho Federal de Medicina. Em janeiro de 2016 o CFM publicou a Resolu√ß√£o n¬ļ 2.131/15, que alterou o anexo da Resolu√ß√£o n¬ļ 1.942/10 e estabeleceu novas regras para a realiza√ß√£o de cirurgia bari√°trica no Brasil ampliando para 21 o n√ļmero de doen√ßas associadas √† obesidade que podem levar √† indica√ß√£o da cirurgia bari√°trica.

Pacientes com IMC maior que 35 kg/m¬≤ e afetados por doen√ßas como diabetes, apneia do sono, hipertens√£o arterial, doen√ßas cardiovasculares, doen√ßas osteoarticulares e doen√ßas como h√©rnias de disco, artroses e in√ļmeras outras doen√ßas mencionadas com a nova medida podem fazer a cirurgia para redu√ß√£o de est√īmago.

*Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.


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A nutricionista da Cl√≠nica Mova, Michele Biff, falou em entrevista ao vivo no Jornal do Almo√ßo sobre os cuidados com a alimenta√ß√£o ap√≥s a cirurgia bari√°trica. Conforme Michele, como o paciente vai ter uma mudan√ßa no tamanho do seu est√īmago e essa cirurgia tamb√©m mexe na absor√ß√£o dos nutrientes, o paciente passa por v√°rias fases at√© a readapta√ß√£o do organismo. O operado ter√° uma dieta liquida, em seguida passar√° a ter uma alimenta√ß√£o pastosa e depois de 60 dias estar√° com uma alimenta√ß√£o normal. Veja neste link a entrevista completa.


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O Brasil est√° entre os pa√≠ses com o maior n√ļmero de obesos do mundo. Somente na cidade de Crici√ļma, em 2016, foram realizadas mais de 400 cirurgias bari√°tricas. Confira neste link a reportagem da RBS TV com o v√≠deo cirurgi√£o, Dr. Leandro Avany Nunes. De acordo com o m√©dico, o procedimento √© realizado em pacientes que est√£o doentes por causa da obesidade.

 

 

 


A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica publicou um rol de dicas com os mitos e verdades sobre a cirurgia bariátrica, que servem como orientação para pacientes e familiares.

A Cl√≠nica Mova mant√©m mensalmente reuni√Ķes com grupos de pacientes para esclarecimento de d√ļvidas sobre a cirurgia bari√°trica, com a participa√ß√£o do Diretor da Cl√≠nica Mova, Dr Leandro Avany Nunes, e a equipe multidisciplinar formada por m√©dicos, psicol√≥gos e nutricionistas. Nestes encontros tamb√©m s√£o apresentados casos de pacientes que contam suas experi√™ncias ap√≥s a cirurgia. Confira no nosso Facebook Clinica Mova as datas dos encontros. Confira as dicas da¬†SBCBM:

Em um ano de pós-operatório, o paciente normalmente engorda.

Mito.

Na maioria dos casos, o ganho de peso ocorre quando o paciente não assume hábitos saudáveis, como a adoção de dieta menos calórica e mais nutritiva e a prática de exercícios físicos regulares.

Perde-se mais peso nos primeiros seis meses.

Verdade.

A perda mais significativa de peso ocorre nos primeiros seis meses. Da√≠ a import√Ęncia de o paciente seguir com disciplina as recomenda√ß√Ķes m√©dicas nessa primeira etapa do p√≥s-operat√≥rio.

A mulher pode engravidar no pós-operatório.

Verdade.

A paciente é liberada para engravidar sem riscos após 15 meses de pós-operatório. Durante esse período, recomenda-se a anticoncepção. No entanto, os anticoncepcionais orais (pílulas) devem ser evitados.

Sempre é possível fazer a cirurgia videolaparoscópica.

Verdade.

Somente em situa√ß√Ķes especiais n√£o √© poss√≠vel realizar esse tipo de cirurgia. √Č o caso, por exemplo, de pessoas submetidas a cirurgias abdominais pr√©vias.

A depressão é uma consequência comum para quem faz a cirurgia.

Mito.

Não existe uma tendência. Se o paciente ficar deprimido, isso pode ocorrer devido a fatores desconhecidos, que devem ser investigados por psicólogo ou psiquiatra.

Há tendência à anemia no pós-operatório.

Verdade.

De fato isso ocorre. Entre os pacientes, as mulheres têm maior tendência à anemia, por causa da menstruação, perda de ferro e pouca presença de carne vermelha na dieta. Essa situação pode ser minimizada com a ingestão de alimentos ricos em ferro, ou, se necessário, com a utilização de suplementos vitamínicos.

Depois da opera√ß√£o, √© comum a intoler√Ęncia a leite.

Mito.

Normalmente n√£o h√° rea√ß√Ķes adversas ao consumo de leite e derivados. Esses alimentos s√£o, inclusive, recomendados, sobretudo para as mulheres, como fontes de c√°lcio.

O apoio da família e à família é indispensável.

Verdade.

Deve-se prestar toda a assist√™ncia e orienta√ß√£o √† fam√≠lia do paciente, oferecendo o m√°ximo de informa√ß√Ķes solicitadas e, quando necess√°rio, tamb√©m consulta psicol√≥gica. Os novos h√°bitos a serem adotados pelo paciente devem ser compartilhados e estimulados por todos que convivem com ele.

A cirurgia causa problemas renais.

Mito.

Não foi observada tendência a problemas renais.

O paciente sente muitas dores no primeiro mês do pós-operatório.

Mito.

Normalmente, as dores se manifestam somente no primeiro dia do p√≥s-operat√≥rio. Isso acontece porque o abd√īmen precisa ser inflado com g√°s carb√īnico na cirurgia por videolaparoscopia, para possibilitar a melhor manipula√ß√£o dos √≥rg√£os internos.

O paciente que sofre de gastrite pode ser operado.

Verdade.

N√£o h√° restri√ß√£o cir√ļrgica para paciente com gastrite.

Depois da cirurgia bari√°trica, o paciente deve fazer cirurgia pl√°stica corretiva.

Mito.

Nem sempre é necessário fazer cirurgia plástica após o procedimento bariátrico. Cada caso deve ser avaliado criteriosamente pela equipe multidisciplinar responsável pelo tratamento.

Durante a videolaparoscopia, h√° situa√ß√Ķes em que √© preciso converter a cirurgia em procedimento aberto.

Verdade.

Algumas situa√ß√Ķes exigem que o cirurgi√£o converta a videolaparoscopia em procedimento aberto. Essa decis√£o √© baseada em crit√©rios de seguran√ßa e s√≥ pode ser tomada durante o ato operat√≥rio.

Dr leandro Avany Nunes fala na reunião de pacientes pré e pós operados da Clínica Mova.

Dr leandro Avany Nunes fala na reunião de pacientes pré e pós operados da Clínica Mova.

Fonte: http://www.sbcbm.org.br/wordpress/tratamento-cirurgiico/mitos-e-verdades/


close-view-of-mans-sweaty-shirtO suor excessivo pode ser um transtorno para a vida social, atrapalhando o dia-a-dia e inclusive nos colocando em situa√ß√Ķes constrangedoras. O que talvez muita gente desconhe√ßa √© que existe um tratamento eficaz e seguro para resolver esse problema, que tem o nome de hiperidrose.
O tratamento pode ser cl√≠nico ou cir√ļrgico, sendo que esta possibilidade deve ser avaliada com o m√©dico. Chamado simpatectomia, o procedimento pode ser realizado na regi√£o tor√°xica ou lombar. Em alguns casos, o tratamento tamb√©m √© feito para pacientes com rubor facial, ligado ao mau funcionamento do nervo simp√°tico. http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/jornal-do-almoco/videos/t/criciuma/v/especialista-fala-sobre-a-hiperidrose-doenca-em-que-pacientes-enfrentam-suor-excessivo/3898145/


 

 

Muito buscada por pacientes que precisam perder peso, o balão intragástrico continua sendo uma boa alternativa pra auxiliar no emagrecimento. Trata-se de um procedimento endoscópico de baixo risco que pode oferecer ao paciente a perda de até 20% do peso inicial ou até 100% do excesso de peso em alguns casos.

O procedimento reduz a capacidade do est√īmago pela metade e provoca a perda de apetite e a saciedade, auxiliando no emagrecimento. A coloca√ß√£o do bal√£o intrag√°strico √© apenas um tratamento auxiliar, n√£o uma cirurgia, e deve ser tempor√°ria. O tempo de perman√™ncia do bal√£o no estomago deve ser de seis meses.

Como o método funciona apenas como um estímulo para o emagrecimento é importante o paciente manter uma alimentação equilibrada e se consultar com especialistas mesmo após sua colocação, já que o tratamento é temporário e não provoca nenhuma mudança metabólica.

Apesar de ser mais recomendado para pessoas com o indíce de massa corporal (IMC) a partir de 27, obesos que precisam fazer a cirurgia, mas correm alto risco, também podem usar o balão. A medida serve como um pré-operatório, para reduzir problemas anestésicos, operatórios e clínicos. O tratamento é considerado seguro e proporciona bons resultados para os pacientes que aderem à terapia.

bal√£o intrag√°strico


dsc_1664-copyA Cl√≠nica Mova encerrou o clico das reuni√Ķes multidisciplinares de 2016 na noite dessa quinta-feira, dia 17. Pacientes pr√© e p√≥s-operados estiveram reunidos em mais um encontro de esclarecimentos e troca de experi√™ncias. A nutricionista da Cl√≠nica Mova, Michele Biff, comandou a reuni√£o orientando os pacientes sobre as op√ß√Ķes mais saud√°veis para o per√≠odo natalino. Optar por alimentos mais nutritivos e menos cal√≥ricos s√£o orienta√ß√Ķes importantes para serem seguidas.

De acordo com Michele, uma alimenta√ß√£o proteica sempre √© priorizada ao paciente. Portanto, os alimentos tradicionais do Natal como: chester, peru, tender e as carnes em geral v√£o fornecer bastante prote√≠na. ‚ÄúNo entanto, aquela farofinha, por exemplo, que j√° vem pronta n√£o √© a mais adequada. Sempre √© poss√≠vel fazer uma mais saud√°vel e substituir, assim como os demais alimentos‚ÄĚ, comenta.

A tradicional lasanha que muitos costumam fazer nos eventos festivos, Michele sugere substituir a massa por fatias finas de berinjelas. Para sobremesa as frutas s√£o √≥timas op√ß√Ķes na substitui√ß√£o dos doces. Manga, mel√£o, abacaxi – que ajuda na digest√£o da prote√≠na, podem entrar no card√°pio. ‚ÄúTentar priorizar as prote√≠nas nas refei√ß√Ķes e as frutas nas sobremesas s√£o √≥timas op√ß√Ķes‚ÄĚ.

Catiane Naz√°rio Nuremberg esteve presente na √ļltima reuni√£o do ano ap√≥s completar 16 dias de opera√ß√£o. ‚ÄúPerdi seis quilos, sendo que a inten√ß√£o √© emagrecer 30. A cirurgia para mim foi muito tranquila, n√£o senti dores e a recupera√ß√£o est√° sendo mais f√°cil do que eu esperava‚ÄĚ, conta a contadora que sempre teve a vontade de realizar o procedimento cir√ļrgico.¬†‚ÄúNeste ano decidi fazer a opera√ß√£o e em pouco mais de um m√™s estava operada, estou contente com os resultados‚ÄĚ, completa.

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dsc_1218-copyA reunião multidisciplinar da Clínica Mova recebeu na edição deste mês a médica cardiologista hemodinamicista, Diordana Zeferino Mariano. A doutora falou aos pacientes pré e pós-operados da cirurgia bariátrica sobre as doenças cardiovasculares, suas consequências e formas de prevenção. De acordo com a especialista, as doenças do coração lideram a causa de morte no mundo, sendo uma por minuto.

Diordana ressaltou que atitudes err√īneas como: alimenta√ß√£o inadequada, consumo de drogas e √°lcool, al√©m da obesidade, colesterol, tabagismo, hipertens√£o arterial, diabetes, sedentarismo e o estresse s√£o as principais causas da doen√ßa.

‚ÄúTer uma alimenta√ß√£o saud√°vel e balanceada, praticar 150 minutos de exerc√≠cios f√≠sicos cinco vezes por semana s√£o algumas das medidas simples que precisam ser feitas por todos n√≥s‚ÄĚ, comenta. A m√©dica ainda deu dicas importantes para o controle de diabetes e hipertens√£o, bem como esclareceu d√ļvidas dos pacientes.

‚ÄúEm resumo, todos n√≥s precisamos de exerc√≠cios f√≠sicos, uma dieta balanceada, ter o controle do colesterol alto e da hipertens√£o, abandonar o tabagismo, evitar o estresse e fazer um check-up anual‚ÄĚ, frisa.

Uma das pacientes presentes do encontro deste m√™s foi Rosangela Fernandes que pesava 176 quilos quando passou pelo procedimento h√° tr√™s meses. At√© o momento, s√£o 36 quilos a menos. ‚ÄúA cirurgia foi muito tranquila, n√£o senti medo e a meta agora √© chegar aos 70 quilos‚ÄĚ, comenta a dona de casa. Participaram tamb√©m do encontro, o m√©dio Leandro Avany Nunes e a nutricionista Michele Biff.

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size_810_16_9_obesidadeO excesso de peso é hoje um dos fatores de risco reconhecidos como importantes para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, porque pode provocar aumento da pressão arterial e dos níveis de glicose no sangue. O tema é tão importante que anualmente é celebrado o Dia Mundial da Obesidade em 11 de outubro.

Um estudo divulgado no início desse ano aponta que a incidência de alguns tipos de doenças do coração e infartos são maiores em pessoas com sobrepeso. A relação entre a obesidade e doenças cardiovasculares foi examinada em mais de 5000 pessoas, entre homens e mulheres, e a análise concluiu que o excesso de peso é um fator de risco independente, principalmente nas mulheres.

Uma maneira simples de alterar um quadro de sobrepeso ou obesidade e melhorar a sa√ļde do cora√ß√£o √© mudar alguns h√°bitos di√°rios:

РCaminhar por, no mínimo, 30 minutos já pode fazer diferença! A prática de exercícios físicos não só contribui para manter o peso corporal e fortalecer a musculatura, como também ajuda a controlar os níveis de colesterol no sangue, outro fator que pode causar doenças do coração.

– Dieta? N√£o! Alimenta√ß√£o equilibrada (e sem passar fome!). Uma alimenta√ß√£o variada garante uma oferta adequada de nutrientes e gorduras boas que s√£o fundamentais para contribuir para a sa√ļde cardiovascular. E, como tamb√©m vale considerar o controle de peso, √© importante que o valor cal√≥rico total seja adequado.

– Opte por alimentos ricos em fibras, como as vers√Ķes integrais dos p√£es, biscoitos e massas; al√©m de incluir aveia no dia a dia. Elas ajudam a deixar mais lenta a absor√ß√£o dos a√ß√ļcares e gorduras consumidos.

– Rotina √© tudo, acredita? √Č necess√°rio e muito importante manter os exames de rotina em dia, realizando-os ao menos uma vez ao ano. Medir a press√£o arterial, n√≠veis de colesterol e glicose √© fundamental para que seu m√©dico avalie como est√° sua sa√ļde. Al√©m disso, o acompanhamento com uma nutricionista tamb√©m ajuda a manter uma alimenta√ß√£o equilibrada e espec√≠fica para sua rotina e prefer√™ncias.

Fonte: http://www.bonde.com.br/


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